Fac Senac-DF oferta pós-graduação em Design Digital
O curso de especialização em Design Digital formará profissionais aptos a atuarem no segmento de mídias eletrônicas de comunicação. Após o curso, o profissional será capaz de atuar em projetos de interfaces de aplicativos e sistemas digitais interativos. O curso amplia as possibilidade de atuação profissional e é direcionada a webdesigners e possui carga horária de 396 horas, divididas em 3 módulos.
Inscrições
- 3/8 a 28/8/2010 | 8h às 22h
- Taxa de inscrição: R$ 30,00
- Processo seletivo por meio de análise de currículo e portfólio (opcional).
Informações sobre o curso
- Previsão de início: 28/8/2010
- Duração: 396 horas (18 meses)
- Aulas aos sábados, quinzenalmente, de 8h às 12h e 13 às 18h
Mais informações
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Alumni Consultoria promove: Palestras IBM
A Alumni Consultoria, empresa júnior da Fac Senac-DF, promove na próxima segunda-feira (9 de agosto) duas palestras gratuitas no auditório da Faculdade Senac da 903 Sul.
- 19h30 às 20h20 | O que é mainframe, mercado de trabalho e iniciativas da IBM.
- A partir das 20h30 | Palestra técnica sobre desenvolvimento em mainframe.
Palestrantes
Ludmila Salimena
Gerente de Relacionamento com Universidades para Mainframe. É responsável pelas iniciativas de educação na plataforma mainframe na América Latina. Trabalha na IBM desde 2009 e já atuou na área técnica de pré-vendas de mainframe. Formada em Sistemas de Informação.
Paulo Henrique Cruz
Atualmente ocupando a posição de Rational z Software Brasil, responsável pela da linha de produtos Rational em Plataforma mainframe para os maiores clientes brasileiros. As atividades incluem enablement e acompanhamento estratégico e comercial de negócios, execução e planejamento estratégico na disciplina de Enterprise Modernization e Legacy Transformation para produtos Rational em Plataforma Mainframe.
Ocupou também a posição de Systems Availability Leader Brazil, responsável por processos de alta disponibilidade para Caixa Economica Federal e atribuições de Executivo de Projetos para a área de Software da IBM Brasil. Responsável pela liderança técnica no delivery de projetos complexos de larga escala baseados em ambiente Mainframe e distribuídos. Ocupou ainda a posição de Rational LA Brand Services Manager por 4 anos, responsável pelo delivery de projetos Rational na America Latina, Gerente do time técnico da organização de Serviços em Software Group da IBM Brasil por 2 anos.
Possui MBA em Engenharia de Software e cursa o Mestrado em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação. Professor do Curso de Pós Graduação em Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos da Faculdade Católica de Brasília por 6 semestres.
Atualmente é responsável pela disciplina de Fundamentos em Arquiteturas SOA no curso MBA - SOA Executivo da Fundação FUNIVERSA/UCB. Área foco de atuação: Alta disponibilidade de sistemas computacionais críticos; Processo de Desenvolvimento (RUP) e Gerência de Requisitos.
Participe!
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Entrevista com Ricardo Di Blazi: Como se beneficiar com as redes sociais?
Conheça os benefícios das redes sociais para seus estudos e sua vida profissional!
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“Ilhas” para uso de redes sociais no trabalho são incentivadas por especialista
Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego
A liberação do uso das redes sociais na empresa é defendida por Andrea Huggard-Caine, consultora de RH e membro do Comitê de Criação do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH).
“Existem muito acesso a informação, treinamentos, palestras, conhecimento e tecnologia através de mídias sociais. O uso delas permite a participação em fóruns técnicos. Também permitem a criação de grupos de afinidade dentro da empresa, o que contribui para o engajamento das pessoas com a empresa sentindo-se parte de algo maior. Para que funcione é importante educar os funcionários em como devem ser utilizadas essas mídias e os comportamentos esperados nesse ambiente”, diz ela.
Umas das opções que Huggard-Caine aponta é a criação de “ilhas” dentro da empresa com equipamentos com acesso liberado para que os funcionários possam acessar as mídias sociais quando necessário, mesmo que em suas máquinas individuais esse acesso esteja limitado.
Ela também alerta que é importante a empresa ter um código de conduta que seja reforçado com exemplos e conversas constantes. “Tecnologia sempre está andando na frente das normas, procedimentos e padrões e as empresas têm que correr atrás para entender, regular e se adaptar, criando um novo padrão do que é certo ou errado. Os primeiros estudos sobre o impacto do uso de mídias sociais, ainda em uma esfera quase totalmente informal e para uso entre amigos, tem menos de 3 anos e as empresas estão aprendendo ao mesmo tempo que estão colocando governança sobre o assunto. Caso não seja possível liberar de forma irrestrita, a empresa deve ter uma política para determinar que tipo de função terá acesso a que tipo de mídia”, explica.
CONARH
Para quem quiser saber mais sobre o assunto, durante o CONARH, que será realizado entre os dias 17 e 20 de agosto, em São Paulo, as mídias sociais serão tema de debate. Ethevaldo Siqueira, da CBN e Fábio Tadashi, da Vivo, ministrarão a palestra “Mídias sociais – a revolução da comunicação nas organizações”. O congresso, que é o maior do setor de recursos humanos na América Latina, é aberto ao público e as inscrições podem ser feitas pelo site da CONARH.
Conteúdo distribuído sob a licença creative commons
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Web 3.0: conteúdos sob medida
Depois do badalado movimento da Web 2.0, o mundo começa a dar um passo a frente. E com isso, a Web 3.0 é o próximo degrau a ser escalado.
Ok, ok. É um pouco confuso entender esses conceitos de Web 1.0, 2.0 e 3.0 se a internet permanece a mesma. Será mesmo? Começaremos a analisar detalhes de imensa importância que talvez passassem despercebidos aos nossos olhos, mas que promoveram a revolução na Web.
A Web 1.0, que prosperou em meados dos anos 90, garantiu o nascimento dos grandes portais e o início da popularização da Web. Os dados eram estáticos e as atualizações não aconteciam em tempo real. Ou seja, você recebia as informações que os programadores julgavam importante. As pessoas simplesmente engoliam aquilo que era disponibilizado, sem a menor possibilidade de contestar, dialogar ou até mesmo de criar seu conteúdo pessoal .
Em 2004, a empresa O’Reilly Media traz ao mundo, pela primeira vez, o conceito de Web 2.0, onde retratam uma postura colaborativa do internauta na rede. O boom da Wikipedia, dos blogs e das redes sociais mostram bem a necessidade de compartilhar e de integrar. As pessoas descobrem que possuem voz na rede.
E a Web 3.0? As mudanças propostas começam por uma melhor interação entre o homem e a máquina. Ou seja, em um futuro próximo, já será possível a construção de um perfil dos usuários de uma maneira tão complexa, que as informações no momento da busca terão relevância ou não, de acordo com as características pessoais dos seus usuários.
As revoluções maiores estão acontecendo nas linguagens de marcação, que precisam dar detalhes maiores das informações contidas nas suas páginas e contribuir para uma melhor individualização do seu conteúdo.
A palavra de ordem da Web 3.0 para nós, meros usuários, será: personalização. Ou você acha que ainda é invisível para rede mundial de computadores? Eles sabem muito de nós e vão usar isso ao nosso favor.
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Curso básico de Linux terá novas datas
O curso básico de Linux, previsto para os dias 3, 10, 17 e 24 de julho (sábados), terá novas datas de realização.
Em breve, informaremos aqui no blog o novo calendário de aulas. Aguarde!
Leia também
Curso básico de Linux (a preço de banana)
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O mundo digital no mundo real
O mundo digital invade o mundo real
The premise of this short film is to represent the digital tools and interfaces we use daily in an analog way. In the analog office, your computer desktop becomes your actual desk, your inbox gets flooded with Spam cans, the server runs past you multiple times a day (and perhaps crashes every now and then), and Twitter users follow each other around the space. This concept is essentially just for fun but also reminds us just how digitally connected we all are. The video was acted and produced entirely by the Meltmedia team and filmed in the Meltmedia office. We hope you enjoy watching it as much as we enjoyed making it.
Livre tradução
O objetivo deste pequeno vídeo é representar, por meio de analogia, as interfaces e ferramentas digitais que nós usamos diariamente. No escritório analógico, seu desktop vira sua mesa, sua caixa de e-mails é inundada com latas de spam, o servidor passa por você várias vezes por dia (e falha de vez em quando), e os usuários do Twitter seguem uns aos outros pelo espaço do escritório. Esta concepção é essencial não apenas para nos divertir, mas também para nos lembrar como todos nós estamos conectados. O vídeo foi representado e produzido inteiramente pela equipe da Meltmedia e filmado no escritório da empresa. Esperamos que vocês se divirtam bastante assistindo este vídeo, assim como nós nos divertimos produzindo-o.
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Fotos da festa junina do Senac-DF
Festa Junina Senac-DF | Foto: Alex Harlen
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Trabalho remoto tem grande futuro no Brasil
Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego
O professor, sociólogo e especialista em relações do Trabalho, José Pastore, disse nesta quarta em palestra na Câmara dos Deputados que o trabalho virtual ou teletrabalho irá “arrebanhar grande contingente de brasileiros” na próxima década.
“O teletrabalho é o regime do futuro e o que mais se expande no Brasil. Ele melhora a qualidade de vida das pessoas em geral não só porque elas ficam mais em casa mas também em razão de que assim elas não precisam circular tanto nos centros das grandes cidades. Isso melhora trânsito e evita novas construções”, disse o professor.
Pastore preferiu não arriscar falar em números. Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação feita entre 3.700 empresas no ano passado revelou que o teletrabalho está presente em 25% delas. Em 2006 o índice era de 15%.
Na Câmara, projeto que regulamenta o trabalho remoto está na Comissão de Constituição e Justiça, depois de ter sido aprovado pela Comissão do Trabalho no dia 19 de maio.
Segundo a proposta, a relação de emprego no teletrabalho será regida pela Consolidação das Leis do Trabalho. Entre outras prerrogativas, o teletrabalhador terá direito a salário, férias, feriados, licenças previstas na CLT e faltas por doença. Os teletrabalhadores não terão direito a horas extras, por se tratar de jornada aberta, e a remuneração deverá ajustar-se às horas normais de trabalho.
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Teletrabalhador deve receber hora extra
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