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5jul/100

Dicas: como usar o e-mail no trabalho

Por Lyvia Justino
Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego

Com o uso de novas tecnologias no ambiente de trabalho, como e-mail e mídias sociais, o trabalhador deve ficar sempre atento para não cometer “gafes” no ambiente de trabalho. A diretora da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Espírito Santo (ABRH-ES), Luciana Lessa Soares, disse ao Blog que a etiqueta profissional deve ser usada também para e-mails corporativos.

“É preciso aplicar regras sociais como responder sempre que for solicitado, além de cuidar da correção ortográfica e gramatical. Escrever com letras maiúsculas, por exemplo, é o mesmo que gritar, portanto, deve-se evitar. Procure ser claro e objetivo. É importante escolher um título para a mensagem, o que ajuda na organização e priorização dos e-mails. Evite assinaturas longas, com muitos desenhos e não envie e-mail à toa, enchendo de lixo os destinatários, principalmente SPAMs como aqueles com extensos arquivos de power point”.

Lessa frisa que emoticions e expressões comuns do meio digital como os “rsrsrs” ou “hehehe” devem ser evitados, assim como abreviaturas que podem indicar preguiça ou impaciência. Também lembra que as conversas fora do contexto de trabalho devem ser evitadas. “Algumas empresas acompanham os e-mails corporativos e é possível que, em algum momento, o profissional seja observado em uma situação na qual está enviando mensagens pessoais em horário comercial, o que não é positivo para a imagem do profissional”, afirma.

Outra dica é procurar abordar apenas um assunto por mensagem, facilitando a comunicação e o entendimento. Outro ponto importante destacado pela diretora da ABRH-ES é o respeito pela hierarquia dentro do ambiente de trabalho. Segundo Lessa, a troca imediata de informações eliminou a necessidade de textos elaborados, mas não as necessidades da relação. Apenas muda o meio de comunicação, não a hierarquia. Ou seja, é preciso se comunicar com colegas e chefes de maneiras diferentes. Isso não significa ter mais liberdade com o chefe.

Ela ainda alerta: nem sempre o e-mail é a melhor maneira de tratar questões no trabalho. “É preciso saber o que tratar por e-mail e como fazê-lo. Não se deve usar o e-mail para fofocas e brincadeiras. A postura ética é essencial sempre. Escreva apenas o que você assinaria embaixo e não se arrependeria de ter dito. A tecnologia não elimina as boas maneiras. Precisamos continuar prestando atenção da mesma forma como nos relacionamentos com as pessoas”.

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24jun/100

Como se comportar no ambiente de trabalho

Por Lyvia Justino
Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego

Para se ter uma boa convivência no ambiente de trabalho é essencial conhecer a empresa, foi o que disse ao blog  (do MTE) a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), Leyla Nascimento.

“Entender a cultura da empresa, no sentido de saber se ela exige mais formalidade nas relações (ou se trabalha com a comunicação mais informal) está entre as regras básicas. Ver se a companhia exige determinada postura de vestuário mais formal, com apresentação de terno e gravata, se valoriza a parte das tecnologias da web, com uma boa relação de email, se é uma empresa que gosta do alto desenvolvimento dos funcionários e subsidiam cursos também são pontos importantes.

Leyla Nacimento diz ainda que é importante ter uma boa fluência verbal, hábito da leitura, porque quem lê escreve bem e se expressa bem. Ela também alerta que pontualidade e qualidade da utilização do tempo trabalhado são pontos observados pela empresa como requisitos importantes. “Existem duas formas de controle do horário. O ponto eletrônico, por meio do qual a empresa estabelece horário fixo de entrada e saída e atrasos não geram uma boa imagem. E caso de empresas que adotam o banco de horas, em que o funcionário precisa ter zelo e cuidado para fazer o horário que complete o total de carga horária exigida pela empresa”.

Outra dica importante é sobre a postura em reuniões: “não vá para uma reunião sem ter conhecimento do que será discutido. Nunca comparecer sem bloco e caneta para fazer apontamento do que está sendo decidido porque a reunião gera um trabalho posterior. E tenha cuidado em demonstrar que está interessado, estudou assunto, tem argumentos para apresentar”, orienta Leyla.

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22jun/100

Trabalho remoto tem grande futuro no Brasil

Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego

O professor, sociólogo e especialista em relações do Trabalho, José Pastore, disse nesta quarta em palestra na Câmara dos Deputados que o trabalho virtual ou teletrabalho irá “arrebanhar grande contingente de brasileiros” na próxima década.

“O teletrabalho é o regime do futuro e o que mais se expande no Brasil. Ele melhora a qualidade de vida das pessoas em geral não só porque elas ficam mais em casa mas também em razão de que assim elas não precisam circular tanto nos centros das grandes cidades. Isso melhora trânsito e evita novas construções”, disse o professor.

Pastore preferiu não arriscar falar em números. Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação feita entre 3.700 empresas no ano passado revelou que o teletrabalho está presente em 25% delas. Em 2006 o índice era de 15%.

Na Câmara, projeto que regulamenta o trabalho remoto está na Comissão de Constituição e Justiça, depois de ter sido aprovado pela Comissão do Trabalho no dia 19 de maio.

Segundo a proposta, a relação de emprego no teletrabalho será regida pela Consolidação das Leis do Trabalho. Entre outras prerrogativas, o teletrabalhador terá direito a salário, férias, feriados, licenças previstas na CLT e faltas por doença. Os teletrabalhadores não terão direito a horas extras, por se tratar de jornada aberta, e a remuneração deverá ajustar-se às horas normais de trabalho.

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15jun/100

Terceirização e temporários crescem de forma generalizada no Brasil

Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego

Levantamento encomendado pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) mostra crescimento generalizado no setor entre abril de 2009 e o mesmo mês este ano.

Faturamento, remuneração, massa salarial e o número de jovens em situação de primeiro emprego expandiram, assim como a média de efetivação de trabalho temporário e também o volume de trabalhadores na terceira idade em atividade.

A pesquisa setorial, realizada pelo Instituto de Pesquisa Manager (Ipema), apurou que o faturamento no setor de serviços terceirizados subiu de R$ 40,6 bilhões para R$ 43,3 bilhões. A remuneração mensal ficou levemente superior. Era de R$ 878 e no último ano passou para R$ 918. A massa salarial paga pelo setor chegou aos R$ 18 bilhões.

Temporários

De acordo com o estudo feito sob encomenda pela Asserttem, o número de empresas de trabalho temporário cresceu 2,9% no período pesquisado. O faturamento passou de R$ 17  para R$ 19 bilhões e a média mensal de empregados como trabalhadores temporários saiu de de 849 para 902 mil.

A remuneração deles, de acordo com o levantamento, passou de R$ 870 para R$ 903 e os jovens em situação de primerio emprego, cuja participação era de 12,5% na pesquisa anterior, agora é de 14,5%.

Idosos também estão trabalhando mais em empregos temporários. A participação deles no mercado subiu de 11,5% para 14,3%.
A média de efetivação de trabalhadores temporários cresceu pouco entre uma pesquisa e outra. Passou de 36,3% para 37,3%.

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24mar/100

Cursos tecnológicos em alta

Matéria publicada no último domingo (14 de março), no caderno Trabalho e Formação Profissional do jornal Correio Braziliense, atesta a popularidade dos cursos superiores tecnológicos entre os jovens. Os cursos tecnológicos têm a mesma validade dos bacharelados ou das licenciaturas, permitindo, por exemplo, ao tecnólogo participar de concursos públicos de nível superior e ingressar em programas de pós-gradução, como especialização, mestrado ou doutorado.

Segundo o Correio, quase 30% dos participantes do Enem, no ano passado, escolheram cursos superiores tecnológicos. De acordo com as últimas pesquisas divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC), 28% dos candidatos do Sistema Unificado (Sisu) optaram pelos cursos tecnológicos. O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo MEC, já vinha apontando a ascensão desta modalidade de graduação. Entre 2002 e 2008, a oferta desse tipo de curso cresceu em mais de 580% e as matrículas, que em 2006 eram de 278 mil, chegaram a 412 mil em 2008, incremento de 47,8%.

O que as empresas querem?

As empresas, cada vez mais, demandam dos profissionais competências refinadas e focadas em suas áreas de atuação. Domínio de áreas específicas do saber e a preocupação permanente por aprimoramentos e capacitação são exigências quase unânimes das organizações na seleção dos profissionais. Estudar, aplicar o aprendizado e pesquisar são requisitos indispensáveis para a colocação profissional diferenciada e duradoura.

Diferenças entre o curso tecnológico e as graduações tradicionais

O primeiro ponto é a duração. Enquanto um curso tradicional dura de 4 a 6 anos, o tecnológico é concluído entre 2 e 3 anos. Outro ponto é o foco do curso. Os tradicionais são mais abrangente, mais generalistas. Os tecnológicos têm uma formação mais específica, mais focada para um determinado campo de atuação. Vale lembrar que um curso não é melhor que o outro, são apenas diferentes.

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4mar/100

Aderindo aos Sistemas de Informação

Por Pedro Resende

Aderindo aos Sistemas de Informação

"Os CPD’s deveriam ser meios, mas se tornaram fins em si mesmos"

Equipamentos mais baratos, mais simples de operar e muito mais poderosos. A Tecnologia da Informação está mais acessível do que nunca. Não existem mais limites para suas aplicações.

Qualquer pessoa pode usar em casa os mais sofisticados produtos da informática. Imagine esse poderio utilizado de forma sistêmica e sinergética dentro das empresas. Essa democratização da tecnologia está mudando a maneira de se trabalhar nas empresas e conseqüentemente de se fazer negócios.

Até pouco tempo, só as grandes empresas conseguiam coletar, armazenar e processar informações por meio da informática. O trabalho era feito pelos CPD’s -- os Centros de Processamento de Dados. Os CPD’s deveriam ser meios, mas se tornaram fins em si mesmos.

Hoje, a Tecnologia da Informação está mais acessível e gera duas grandes mudanças: A primeira é permitir que as pequenas empresas possam competir em pé de igualdade com as grandes. A segunda é a que mexe com o coração da empresa, seja grande ou pequena, porque coloca em cheque o poder nas organizações, questiona e altera hierarquias, e ainda muda o eixo das decisões.

Na nova empresa que surge, não há mais espaço para o poder de um ou de poucos, o poder é descentralizado porque o novo fluxo das informações permite descentralizar as decisões. Quem tem a informação decide, e decide rápido.

Este é um novo mundo que surge. A tecnologia já está ao alcance da mão. Mas ela é só um instrumento. Hoje, a informação é que está no centro de tudo. Hoje, saber usá-la é questão de sobrevivência para qualquer empresa. Mas quem quiser ir além e vencer no mundo dos negócios tem que saber usar a informação e sua respectiva qualidade como arma estratégica na batalha da competitividade. Baseado nesse conceito, vem aparecendo um novo profissional dentro das empresas modernas, o Info-Manager (Gestor de Informações).

A informação é caracterizada por três itens, isto é, ela deve ser rápida, atual e precisa. A falta de alguma destas três características, compromete a sua efetividade.

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11jan/100

Censo Educação Superior: Cursos tecnológicos em ascensão

Fontes: Setec e R7.com

De acordo com o Censo da Educação Superior, divulgado em novembro de 2009, o número de estudantes matriculados em cursos de tecnologia registrou aumento de 18,7%, saltando de 347 mil em 2007 para 421 mil em 2008. O crescimento de 2007 para 2008 é a continuação de uma tendência que se observa há alguns anos. Em 2002, o número de matrículas era de 81,3 mil. Ou seja, o número registrado no último Censo representa mais de 5 vezes as matrículas efetuadas em 2002.

Fonte: r7.com

Mercado e Governo

O aumento da oferta de cursos tecnológicos reflete uma demanda do mercado e os resultados da política governamental de incentivo à educação profissional e tecnológica. O Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, realizado em Brasília entre os dias 23 e 27 de novembro de 2009, é certamente uma das referências dessa política. No Fórum, discutiram-se as demandas e os rumos da educação profissionalizante, ressaltando-se sempre sua posição estratégica na agenda de desenvolvimento econômico e social dos países participantes.

No Brasil, ao contrário de muitos países desenvolvidos, a educação tecnológica ainda está em fase de consolidação. Os cursos de bacharel – aqueles que formam para a pesquisa científica – mantêm uma hegemonia que, segundo alguns críticos, é incompatível com as necessidades de desenvolvimento tecnológico do Brasil. Em reportagem publicada no R7, da rede Record, Jorge Guaracy, presidente da Associação Nacional de Tecnólogos, afirma que em países desenvolvidos a média é de 1 bacharel para 5 tecnólogos.

Instituições privadas

Ainda de acordo com os dados do Censo, as instituições privadas são responsáveis por 90% da oferta de vagas no ensino superior. São 2.016 instituições particulares que oferecem 17.947 cursos, contra 236 públicas com uma oferta de 6.772 cursos. Desses dados, é possível perceber que as instituições particulares respondem melhor a diversificação de carreiras observadas no mercado. Sua carteira de cursos é 2,65 vezes maior que a das instituições públicas. Além disso, o número de matrículas na rede privada é 3 vezes maior – 3.806.091. Das 10 instituições que mais efetuaram matrículas em 2008, apenas 2 eram públicas (USP, em 6º lugar, e a UNESP, em 10º lugar).

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11nov/090

Perspectivas do mercado com as Redes Sociais

Atualmente relacionar-se pela Internet é uma coisa comum para muitos jovens. Orkut, Twitter, Facebook, Messenger, e-Mails, LinkedIn e outras ferramentas se tornaram um novo meio para muitas pessoas estabelecerem seus círculos profissionais e de amizade.

Atentas a estes fatos algumas empresas inovaram e estão analisando o que acontece nestes meios. Procuram saber o que seus clientes falam de seus produtos e o que desejam. Hoje, grandes empresas estão criando campanhas exclusivas para os seus clientes virtuais.

A Dell, uma das maiores fabricantes de computadores do planeta, já vendeu cerca de 3 milhões de dólares em dois anos apenas utilizando o sítio Twitter. A Tecnisa,  uma empresa de construção civil brasileira, foi a primeira empresa a vender apartamento pelo Twitter (veja o vídeo do início deste post).

Diante disso, a Internet vem absorvendo novos perfis de profissionais para atuarem em diferentes campos. Há alguns anos, tudo que era preciso para uma empresa ter seu endereço na internet era um bom web designer. No entanto, com tantas páginas existentes, as empresas tiveram que buscar profissionais com propostas diferentes.

O mercado digital tem espaço para diversos tipos de profissionais. As empresas estão lutando por espaço neste ambiente tão inovador e competitivo. Elas esperam encontrar pessoas dispostas a propor novidades e decidir quais são as melhores ações para o sucesso.

Observe o mercado. As empresas estão criando perfis em sítios de relacionamento, conversando com cliente, mapeando os seus desejos, obtendo maiores informações sobre os seus perfis e interagindo com os usuários, para saberem onde concentrar seus esforços.

Ter apenas uma página na Internet não representa mais nada. Apenas esperar que os usuários visitem sua página pode implicar somente custos. É importante conhecê-los e atraí-los. Para isso, o mercado abre suas portas para diferentes profissionais que têm como objetivo elaborar estratégias que estimulem o usuário a conhecer o sítio da empresa. São o web designer, o analista de métricas, o publicitário, o programador, e vários outros profissionais, que deverão trabalhar em suas equipes multidisciplinares para atingir o objetivo comum.

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3nov/091

Valorize sua formação e conquiste seu diferencial

Quando falamos em formação profissional, logo nos vem à mente a idéia de preparação para atuar em uma área específica. Formação aparece, então, como sinônimo de qualificação para o trabalho. A ideia não está errada. De fato, a formação está vinculada com a preparação de bons profissionais para o mundo do trabalho. Contudo, é preciso entender melhor o que se entende por “bom profissional”.

Os diferentes contextos de trabalho têm exigido dos profissionais muito mais do que domínio de conhecimentos, capacitação técnica e adaptação a um posto de trabalho com rotinas específicas. O fato de o profissional deter as capacidades funcionais necessárias para executar determinada atividade não lhe garante, nos dias atuais, um emprego.

Para além da competência técnica que se ancora no conhecimento científico, as empresas e os empregadores valorizam a flexibilidade dos trabalhadores para lidar com as mudanças do processo produtivo, a possibilidade de serem transferidos de função dentro da empresa e a capacidade de enfrentarem imprevistos. Neste novo cenário, o diploma não significa necessariamente uma garantia de emprego. A empregabilidade está relacionada à qualificação pessoal, à associação das competências técnicas à capacidade de decisão, de adaptação a novas situações, de comunicação oral e escrita, de trabalho em equipe, de liderança, de postura ética.

O bom profissional precisa ter habilidade de intervir de forma crítica e criativa diante de situações não previstas e que exigem soluções rápidas e originais. Deve ter iniciativas, tomar decisões, fazer negociações e escolhas, assumir riscos, reagir prontamente frente ao inesperado, resolver conflitos, inovar no dia-a-dia e assumir responsabilidades.

Entender o que significa ser um “bom profissional” é fundamental, pois serve como referencial para avaliar nossas ações, posturas e escolhas. Mas, ainda assim, não é suficiente. Para que sejamos bons profissionais, temos que enfrentar o desafio de descobrir o que é preciso fazer, estudar e aprender. É ao longo da formação acadêmica e da realização de seu curso superior que você pode e deve exercitar as características que hoje distinguem um bom profissional.

Não espere estar diante de uma situação inusitada em seu trabalho para desenvolver as competências esperadas de um bom profissional; exercite-as ao longo de sua formação. Aproveite as diferentes situações vivenciadas na faculdade para experimentar e desenvolver sua liderança, postura ética, resolução de conflitos, superação de imprevistos, entre outros.

Lembre-se sempre que esse é um processo de construção e, portanto, é preciso esforço diário e contínuo. Ninguém se torna um bom profissional da noite para o dia. É necessário investimento intencional de sua parte para que você conquiste um diferencial e se destaque em relação aos demais concorrentes.

Bom trabalho!

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