direto ao ponto Blog da Fac Senac-DF

30jul/100

“Ilhas” para uso de redes sociais no trabalho são incentivadas por especialista

Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego

A liberação do uso das redes sociais na empresa é defendida por Andrea Huggard-Caine, consultora de RH e membro do Comitê de Criação do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH).

“Existem muito acesso a informação, treinamentos, palestras, conhecimento e tecnologia através de mídias sociais. O uso delas  permite a participação em fóruns técnicos. Também permitem a criação de grupos de afinidade dentro da empresa, o que contribui para o engajamento das pessoas com a empresa sentindo-se parte de algo maior. Para que funcione  é importante educar os funcionários em como devem ser utilizadas essas mídias e os comportamentos esperados nesse ambiente”, diz ela.

Umas das opções que Huggard-Caine aponta é a criação de “ilhas” dentro da empresa com equipamentos com acesso liberado para que os funcionários possam acessar as mídias sociais quando necessário, mesmo que em suas máquinas individuais esse acesso esteja limitado.

Ela também alerta que é importante a empresa ter um código de conduta que seja reforçado com exemplos e conversas constantes. “Tecnologia sempre está andando na frente das normas, procedimentos e padrões e as empresas têm que correr atrás para entender, regular e  se adaptar, criando um novo padrão do que é certo ou errado.  Os primeiros estudos sobre o impacto do uso de mídias sociais, ainda em uma esfera quase totalmente informal e para uso entre amigos,  tem menos de 3 anos e as empresas estão aprendendo ao mesmo tempo que estão colocando governança sobre o assunto. Caso  não seja possível liberar de forma irrestrita, a empresa deve ter uma política para  determinar que tipo de função terá acesso a que tipo de mídia”, explica.

CONARH

Para quem quiser saber mais sobre o assunto, durante o CONARH, que será realizado entre os dias 17 e 20 de agosto, em São Paulo, as mídias sociais serão tema de debate. Ethevaldo Siqueira, da CBN e Fábio Tadashi, da Vivo, ministrarão a palestra “Mídias sociais – a revolução da comunicação nas organizações”. O congresso, que é o maior do setor de recursos humanos na América Latina, é aberto ao público e as inscrições podem ser feitas pelo site da CONARH.

Conteúdo distribuído sob a licença creative commons

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13jul/100

Web 3.0: conteúdos sob medida

Depois do badalado movimento da Web 2.0, o mundo começa a dar um passo a frente. E com isso, a Web 3.0 é o próximo degrau a ser escalado.

Ok, ok. É um pouco confuso entender esses conceitos de Web 1.0, 2.0 e 3.0 se a internet permanece a mesma. Será mesmo? Começaremos a analisar detalhes de imensa importância que talvez passassem despercebidos aos nossos olhos, mas que promoveram a revolução na Web.

A Web 1.0, que prosperou em meados dos anos 90, garantiu o nascimento  dos grandes portais e o início da popularização da Web. Os dados eram estáticos e as atualizações não aconteciam em tempo real.  Ou seja, você recebia as informações  que os programadores julgavam importante. As pessoas simplesmente engoliam aquilo que era disponibilizado, sem a menor possibilidade de contestar, dialogar ou até mesmo de criar seu conteúdo pessoal .

Em 2004,  a empresa O’Reilly Media traz ao mundo, pela primeira vez, o conceito de Web 2.0, onde retratam uma postura colaborativa do internauta na rede.  O boom da Wikipedia, dos blogs e das redes sociais mostram bem a necessidade de compartilhar e de integrar. As pessoas descobrem que possuem voz na rede.

E a Web 3.0? As mudanças propostas começam por uma melhor interação entre o homem e a máquina. Ou seja, em um futuro próximo, já será possível a construção de um perfil dos usuários de uma maneira tão complexa, que as informações no momento da busca terão relevância ou não, de acordo com as características pessoais dos seus usuários.

As revoluções maiores estão acontecendo nas linguagens de marcação, que precisam dar detalhes maiores das informações contidas nas suas páginas e contribuir para uma melhor individualização do seu conteúdo.

A palavra de ordem da Web 3.0 para nós, meros usuários, será: personalização. Ou você acha que ainda é invisível para rede mundial de computadores? Eles sabem muito de nós e vão usar isso ao nosso favor.

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6abr/100

Participe da teleconferência sobre mídias sociais promovida pelo Senac

Teleconferência sobre Mídias Sociais

Auditório do Senac-DF da 903 Sul: 8 de abril, das 15h às 17h

Nesta quinta-feira (8 de abril), acontece no auditório do Senac-DF,  unidade da 903 Sul, a Teleconferência sobre Mídias Sociais, que será transmitida ao vivo do Rio de Janeiro.

A proposta do programa é promover um debate sobre a utilização dos meios virtuais na educação, incluindo as plataformas de comunicação digital, blogs, redes sociais e comunidades virtuais.

O evento vai contar com as participações de Gustavo Gindre, Mestre em Comunicação e Cultura e membro do Coletivo Intervozes,  Vitor Guerra, Publicitário e Diretor de Planejamento em Mídias Sociais da Agência Idéia S/A e a jornalista Barbara Pereira, mediadora dos debates. A teleconferência também contará com a intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) Gildete Amorim.

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