“Ilhas” para uso de redes sociais no trabalho são incentivadas por especialista
Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego
A liberação do uso das redes sociais na empresa é defendida por Andrea Huggard-Caine, consultora de RH e membro do Comitê de Criação do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH).
“Existem muito acesso a informação, treinamentos, palestras, conhecimento e tecnologia através de mídias sociais. O uso delas permite a participação em fóruns técnicos. Também permitem a criação de grupos de afinidade dentro da empresa, o que contribui para o engajamento das pessoas com a empresa sentindo-se parte de algo maior. Para que funcione é importante educar os funcionários em como devem ser utilizadas essas mídias e os comportamentos esperados nesse ambiente”, diz ela.
Umas das opções que Huggard-Caine aponta é a criação de “ilhas” dentro da empresa com equipamentos com acesso liberado para que os funcionários possam acessar as mídias sociais quando necessário, mesmo que em suas máquinas individuais esse acesso esteja limitado.
Ela também alerta que é importante a empresa ter um código de conduta que seja reforçado com exemplos e conversas constantes. “Tecnologia sempre está andando na frente das normas, procedimentos e padrões e as empresas têm que correr atrás para entender, regular e se adaptar, criando um novo padrão do que é certo ou errado. Os primeiros estudos sobre o impacto do uso de mídias sociais, ainda em uma esfera quase totalmente informal e para uso entre amigos, tem menos de 3 anos e as empresas estão aprendendo ao mesmo tempo que estão colocando governança sobre o assunto. Caso não seja possível liberar de forma irrestrita, a empresa deve ter uma política para determinar que tipo de função terá acesso a que tipo de mídia”, explica.
CONARH
Para quem quiser saber mais sobre o assunto, durante o CONARH, que será realizado entre os dias 17 e 20 de agosto, em São Paulo, as mídias sociais serão tema de debate. Ethevaldo Siqueira, da CBN e Fábio Tadashi, da Vivo, ministrarão a palestra “Mídias sociais – a revolução da comunicação nas organizações”. O congresso, que é o maior do setor de recursos humanos na América Latina, é aberto ao público e as inscrições podem ser feitas pelo site da CONARH.
Conteúdo distribuído sob a licença creative commons
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Web 3.0: conteúdos sob medida
Depois do badalado movimento da Web 2.0, o mundo começa a dar um passo a frente. E com isso, a Web 3.0 é o próximo degrau a ser escalado.
Ok, ok. É um pouco confuso entender esses conceitos de Web 1.0, 2.0 e 3.0 se a internet permanece a mesma. Será mesmo? Começaremos a analisar detalhes de imensa importância que talvez passassem despercebidos aos nossos olhos, mas que promoveram a revolução na Web.
A Web 1.0, que prosperou em meados dos anos 90, garantiu o nascimento dos grandes portais e o início da popularização da Web. Os dados eram estáticos e as atualizações não aconteciam em tempo real. Ou seja, você recebia as informações que os programadores julgavam importante. As pessoas simplesmente engoliam aquilo que era disponibilizado, sem a menor possibilidade de contestar, dialogar ou até mesmo de criar seu conteúdo pessoal .
Em 2004, a empresa O’Reilly Media traz ao mundo, pela primeira vez, o conceito de Web 2.0, onde retratam uma postura colaborativa do internauta na rede. O boom da Wikipedia, dos blogs e das redes sociais mostram bem a necessidade de compartilhar e de integrar. As pessoas descobrem que possuem voz na rede.
E a Web 3.0? As mudanças propostas começam por uma melhor interação entre o homem e a máquina. Ou seja, em um futuro próximo, já será possível a construção de um perfil dos usuários de uma maneira tão complexa, que as informações no momento da busca terão relevância ou não, de acordo com as características pessoais dos seus usuários.
As revoluções maiores estão acontecendo nas linguagens de marcação, que precisam dar detalhes maiores das informações contidas nas suas páginas e contribuir para uma melhor individualização do seu conteúdo.
A palavra de ordem da Web 3.0 para nós, meros usuários, será: personalização. Ou você acha que ainda é invisível para rede mundial de computadores? Eles sabem muito de nós e vão usar isso ao nosso favor.
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O perfil das redes sociais no Brasil
A AgênciaClick apresenta o perfil das redes sociais no Brasil.
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Teleconferência sobre mídias sociais remarcada
A Teleconferência sobre Mídias Sociais, promovida pela rede Sesc-Senac, que havia sido cancelada foi remarcada para o dia 20 de abril, próxima terça-feira, das 15h às 17h. O evento ocorrerá somente na sala de treinamento do edifício sede do Senac-DF, localizado no Sia trecho 3, lotes 625/695, bloco C, cobertura.
Prevista inicialmente para o dia 8 de abril, a teleconferência foi adiada devido às fortes chuvas do Rio de Janeiro, que provocaram alagamentos em vários pontos da cidade, impedindo o deslocamento dos funcionários e pessoal encarregado.
O evento terá a participação de mestres em comunicação, publicitários e interprete de Língua Brasileira de Sinais (Libra).
Mais informações: 3313.8877
Leia também
Participe da teleconferência sobre mídias sociais promovida pelo Senac
Teleconferência sobre mídias sociais é cancelada
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Teleconferência sobre mídias sociais é cancelada
A Teleconferência sobre Mídias Sociais, que aconteceria amanhã (8 de abril) no auditório do Senac-DF da 903 Sul, foi cancelada.
Segundo comunicado do Senac, o cancelamento é por causa das fortes chuvas que ocorreram no Rio de Janeiro, de onde seria transmitido o evento. Os danos causados pela tempestade estão impossibilitando o acesso dos servidores à rede do Senac Barra, sede do Departamento Nacional do Senac.
Por enquanto, não há previsão para a realização da teleconferência.
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Redes sociais: o primeiro seguidor
No vídeo a seguir, a Agência Click, uma das mais conceituadas agências de publicidade do país, apresenta sua visão de redes sociais. O vídeo destaca o papel do primeiro seguidor, que exerceria, segundo o texto do vídeo, uma espécie de liderança. Seria, na verdade, o primeiro seguidor, mais que o próprio criador da rede social, o grande responsável por sua multiplicação e crescimento. E você o que acha?
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Perspectivas do mercado com as Redes Sociais
Atualmente relacionar-se pela Internet é uma coisa comum para muitos jovens. Orkut, Twitter, Facebook, Messenger, e-Mails, LinkedIn e outras ferramentas se tornaram um novo meio para muitas pessoas estabelecerem seus círculos profissionais e de amizade.
Atentas a estes fatos algumas empresas inovaram e estão analisando o que acontece nestes meios. Procuram saber o que seus clientes falam de seus produtos e o que desejam. Hoje, grandes empresas estão criando campanhas exclusivas para os seus clientes virtuais.
A Dell, uma das maiores fabricantes de computadores do planeta, já vendeu cerca de 3 milhões de dólares em dois anos apenas utilizando o sítio Twitter. A Tecnisa, uma empresa de construção civil brasileira, foi a primeira empresa a vender apartamento pelo Twitter (veja o vídeo do início deste post).
Diante disso, a Internet vem absorvendo novos perfis de profissionais para atuarem em diferentes campos. Há alguns anos, tudo que era preciso para uma empresa ter seu endereço na internet era um bom web designer. No entanto, com tantas páginas existentes, as empresas tiveram que buscar profissionais com propostas diferentes.
O mercado digital tem espaço para diversos tipos de profissionais. As empresas estão lutando por espaço neste ambiente tão inovador e competitivo. Elas esperam encontrar pessoas dispostas a propor novidades e decidir quais são as melhores ações para o sucesso.
Observe o mercado. As empresas estão criando perfis em sítios de relacionamento, conversando com cliente, mapeando os seus desejos, obtendo maiores informações sobre os seus perfis e interagindo com os usuários, para saberem onde concentrar seus esforços.
Ter apenas uma página na Internet não representa mais nada. Apenas esperar que os usuários visitem sua página pode implicar somente custos. É importante conhecê-los e atraí-los. Para isso, o mercado abre suas portas para diferentes profissionais que têm como objetivo elaborar estratégias que estimulem o usuário a conhecer o sítio da empresa. São o web designer, o analista de métricas, o publicitário, o programador, e vários outros profissionais, que deverão trabalhar em suas equipes multidisciplinares para atingir o objetivo comum.
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