direto ao ponto Blog da Fac Senac-DF

15jun/100

Terceirização e temporários crescem de forma generalizada no Brasil

Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego

Levantamento encomendado pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) mostra crescimento generalizado no setor entre abril de 2009 e o mesmo mês este ano.

Faturamento, remuneração, massa salarial e o número de jovens em situação de primeiro emprego expandiram, assim como a média de efetivação de trabalho temporário e também o volume de trabalhadores na terceira idade em atividade.

A pesquisa setorial, realizada pelo Instituto de Pesquisa Manager (Ipema), apurou que o faturamento no setor de serviços terceirizados subiu de R$ 40,6 bilhões para R$ 43,3 bilhões. A remuneração mensal ficou levemente superior. Era de R$ 878 e no último ano passou para R$ 918. A massa salarial paga pelo setor chegou aos R$ 18 bilhões.

Temporários

De acordo com o estudo feito sob encomenda pela Asserttem, o número de empresas de trabalho temporário cresceu 2,9% no período pesquisado. O faturamento passou de R$ 17  para R$ 19 bilhões e a média mensal de empregados como trabalhadores temporários saiu de de 849 para 902 mil.

A remuneração deles, de acordo com o levantamento, passou de R$ 870 para R$ 903 e os jovens em situação de primerio emprego, cuja participação era de 12,5% na pesquisa anterior, agora é de 14,5%.

Idosos também estão trabalhando mais em empregos temporários. A participação deles no mercado subiu de 11,5% para 14,3%.
A média de efetivação de trabalhadores temporários cresceu pouco entre uma pesquisa e outra. Passou de 36,3% para 37,3%.

Imprimir este post Imprimir este post
9abr/100

No DF, emprego tem “arrancada” forte no começo do ano

Por Maristela Leitão
Publicado originalmente no blog do Ministério do Trabalho e Emprego

A geração de empregos este ano Distrito Federal foi suficiente para absorver os que ingressaram no mercado de trabalho e ainda retirar do contingente de desocupados cinco mil pessoas, informou ao blog o economista Tiago Oliveira, do Dieese.

Foram criados 11 mil postos de trabalho, segundo o Dieese. “Isso fez com que a taxa de desemprego, que em dezembro de 2009 estava em 14,5% baixasse para 14,1% em fevereiro”, ressaltou o economista.

Os números estão baseados na Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED/DF) que reflete a taxa de desemprego total (formais e informais), e estão em linha com o crescimento do nível de emprego formal registrado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged).

Segundo o Caged, este ano houve acréscimo de 7.820 postos de trabalho, o equivalente a um saldo positivo de 1,25%, desempenho que em termos absolutos e relativos foi o melhor da série histórica do Cadastro.

Fevereiro

Em relação ao mês de fevereiro, números do desemprego e emprego também são positivos, tanto aqueles registrados pela PED quanto pelo Caged: O primeiro registrou decréscimo de 8 mil no universo de desempregados, enquanto o contingente de pessoas empregadas formalmente aumentou 0,68%, ou mais 4.266 postos de trabalho à disposição do trabalhador no mercado de trabalho do DF. O resultado apresentado pelo Caged é o melhor da série histórica, em termos absolutos.

O setor de Serviços impulsionou a geração de empregos formais no mês de fevereiro, no DF, ao criar 3.114 postos. A Construção Civil, que gerou 395 e o Comércio que gerou 329 também merecem destaque.

Conteúdo distribuído sob a licença creative commons

Imprimir este post Imprimir este post
24mar/100

Cursos tecnológicos em alta

Matéria publicada no último domingo (14 de março), no caderno Trabalho e Formação Profissional do jornal Correio Braziliense, atesta a popularidade dos cursos superiores tecnológicos entre os jovens. Os cursos tecnológicos têm a mesma validade dos bacharelados ou das licenciaturas, permitindo, por exemplo, ao tecnólogo participar de concursos públicos de nível superior e ingressar em programas de pós-gradução, como especialização, mestrado ou doutorado.

Segundo o Correio, quase 30% dos participantes do Enem, no ano passado, escolheram cursos superiores tecnológicos. De acordo com as últimas pesquisas divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC), 28% dos candidatos do Sistema Unificado (Sisu) optaram pelos cursos tecnológicos. O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo MEC, já vinha apontando a ascensão desta modalidade de graduação. Entre 2002 e 2008, a oferta desse tipo de curso cresceu em mais de 580% e as matrículas, que em 2006 eram de 278 mil, chegaram a 412 mil em 2008, incremento de 47,8%.

O que as empresas querem?

As empresas, cada vez mais, demandam dos profissionais competências refinadas e focadas em suas áreas de atuação. Domínio de áreas específicas do saber e a preocupação permanente por aprimoramentos e capacitação são exigências quase unânimes das organizações na seleção dos profissionais. Estudar, aplicar o aprendizado e pesquisar são requisitos indispensáveis para a colocação profissional diferenciada e duradoura.

Diferenças entre o curso tecnológico e as graduações tradicionais

O primeiro ponto é a duração. Enquanto um curso tradicional dura de 4 a 6 anos, o tecnológico é concluído entre 2 e 3 anos. Outro ponto é o foco do curso. Os tradicionais são mais abrangente, mais generalistas. Os tecnológicos têm uma formação mais específica, mais focada para um determinado campo de atuação. Vale lembrar que um curso não é melhor que o outro, são apenas diferentes.

Leia também

Censo Educação Superior: curso tecnológico em ascensão

Tecnólogos de GC, RH e Marketing agora podem ter registro nos CRAs

Fac Senac-DF realiza 1º café da manhã empresarial

Imprimir este post Imprimir este post
4mar/100

Aderindo aos Sistemas de Informação

Por Pedro Resende

Aderindo aos Sistemas de Informação

"Os CPD’s deveriam ser meios, mas se tornaram fins em si mesmos"

Equipamentos mais baratos, mais simples de operar e muito mais poderosos. A Tecnologia da Informação está mais acessível do que nunca. Não existem mais limites para suas aplicações.

Qualquer pessoa pode usar em casa os mais sofisticados produtos da informática. Imagine esse poderio utilizado de forma sistêmica e sinergética dentro das empresas. Essa democratização da tecnologia está mudando a maneira de se trabalhar nas empresas e conseqüentemente de se fazer negócios.

Até pouco tempo, só as grandes empresas conseguiam coletar, armazenar e processar informações por meio da informática. O trabalho era feito pelos CPD’s -- os Centros de Processamento de Dados. Os CPD’s deveriam ser meios, mas se tornaram fins em si mesmos.

Hoje, a Tecnologia da Informação está mais acessível e gera duas grandes mudanças: A primeira é permitir que as pequenas empresas possam competir em pé de igualdade com as grandes. A segunda é a que mexe com o coração da empresa, seja grande ou pequena, porque coloca em cheque o poder nas organizações, questiona e altera hierarquias, e ainda muda o eixo das decisões.

Na nova empresa que surge, não há mais espaço para o poder de um ou de poucos, o poder é descentralizado porque o novo fluxo das informações permite descentralizar as decisões. Quem tem a informação decide, e decide rápido.

Este é um novo mundo que surge. A tecnologia já está ao alcance da mão. Mas ela é só um instrumento. Hoje, a informação é que está no centro de tudo. Hoje, saber usá-la é questão de sobrevivência para qualquer empresa. Mas quem quiser ir além e vencer no mundo dos negócios tem que saber usar a informação e sua respectiva qualidade como arma estratégica na batalha da competitividade. Baseado nesse conceito, vem aparecendo um novo profissional dentro das empresas modernas, o Info-Manager (Gestor de Informações).

A informação é caracterizada por três itens, isto é, ela deve ser rápida, atual e precisa. A falta de alguma destas três características, compromete a sua efetividade.

Imprimir este post Imprimir este post
9fev/100

O novo perfil dos profissionais

Geração Y: o novo perfil profissional

Um novo tipo de profissional está chegando ao mercado de trabalho e, de acordo com estudo da CEO Vision Revisited - Líderes de Hoje e do Futuro, elaborado pela Korn/Ferry International entre 2008 e 2009, ele será responsável por mudanças cada vez mais frequentes e profundas na relação entre empresas e profissionais. Especialmente, no que diz respeito ao aumento da distância entre o indivíduo e a organização, menor ligação com o trabalho e melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Trata-se da Geração Y, que compreende as pessoas nascidos após 1980.

Os gestores, diante dessa realidade, pensam o que fazer para adequar o perfil da organização ao perfil do profissional, afinal esta geração chega ao mercado de trabalho com necessidades bem diferentes em relação aos profissionais que estão há mais tempo em atuação.

"Os dados apontam para uma mudança importante de cenário. Se, antes, as empresas se preocupavam em buscar bons profissionais no mercado, hoje, a atenção está voltada para a identificação de talentos extraordinários e desenvolvimento de pessoas na própria equipe. (...) Investir no desenvolvimento das habilidades consideradas críticas é um desafio para as empresas conquistarem seu lugar no futuro".

Estes novos profissionais chegam ao mercado de trabalho e não querem deixar de utilizar as ferramentas que utilizam constantemente quando estão em casa. Querem usar os comunicadores instantâneos, saber o que acontece no mundo, ler notícias em portais de comunicação, ou seja, continuam em seu mundo virtual. Um dos maiores erros é confundir o computador da empresa com o "meu computador".

Entende-se que as necessidades desses profissionais são válidas, e que as empresas terão que se adaptar a essa realidade. No entanto, é necessário estabelecer regras e segui-las, afinal, a empresa tem custos com as adaptações deste ambiente corporativo. Estes custos elevam-se na questão do uso de Internet, seja no tempo gasto, em hardware, banda de conexão e por aí vai.

Em contrapartida, qual o retorno que o profissional trará para a empresa? Qual será o benefício que a empresa colherá ao pensar em seus colaboradores e ao mesmo tempo investir em suas necessidades tecnológicas? Como o profissional poderá permanecer conectado ao mundo virtual e, ao mesmo tempo, aumentar a produtividade e os lucros da empresa em que trabalha, e ser o talento extraordinário que as empresas buscam?

Fonte

MAGALHÃES, Gladys Ferraz. Desenvolvimento e gestão de pessoas são prioridades para CEOs latino-americanos. In: Administradores.com.br. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/noticias/desenvolvimento_e_gestao_de_pessoas_sao_prioridades_para_ceos_latinoamericanos/28629/>. Acesso em: 15 DEZ 2009.

Imprimir este post Imprimir este post
17dez/090

Fac Senac-DF realiza 1º Café da Manhã Empresarial

Fotos: Alex Harlen

A Faculdade de Tecnologia Senac-DF realizou na última terça-feira (15 de dezembro), na Biblioteca da unidade do Plano Piloto, o 1º Café da manhã empresarial. O evento é parte das comemorações oferecidas aos formandos de Gestão Comercial e Gestão da Tecnologia da Informação do segundo semestre de 2009. Além disso, é também parte das estratégias que a Faculdade tem desenvolvido para aproximar seus alunos do mundo real do trabalho (cite-se também a empresa júnior, cujo projeto está em desenvolvimento), adequar sua estrutura e dinâmica de ensino às necessidades reais do mercado e consolidar parcerias de empregabilidade para nossos alunos. “Que profissionais vocês querem que nós formemos?” perguntou a Diretora Geral da Fac Senac-DF, Flávia Furtado, aos Gestores de RH presentes.

Participantes

Participaram do Café da manhã, professores e coordenadores de curso da Fac Senac-DF, formandos dos cursos de Gestão Comercial e Gestão da Tecnologia da Informação e Gestores de Recursos Humanos de empresas e instituições reconhecidas tanto no mercado de Brasília como no âmbito nacional: Grupo Pão de Açúcar, Hospital Anchieta, Grupo Pão Dourado, Conselho Regional de Administração, Bancorbrás, Sindivarejista, Poliedro, Politec e Senac-DF.

Balanço

Na avaliação da Diretora Geral da Faculdade, Flávia Furtado, a interação foi extremamente produtiva. “O encontro foi muito proveitoso e gerou muitos frutos. Durante o evento, criamos 3 grupos de trabalho liderados pelos professores presentes, a fim de estreitar os laços e gerar resultados mensuráveis até meados de janeiro”.

Os Gestores de RH expuseram os principais percalços encontrados na hora da seleção e contratação. Para o Sr. Marcos Duarte, Gestor de Comunicação da Bancorbrás, entre os principais problemas estão a insegurança e a falta de iniciativa dos profissionais. Para ele, as Instituições de Ensino deveriam se preocupar também com essa faceta do perfil profissional, motivar e estimular a autoconfiança necessária para tornar os profissionais mais seguros. Ainda segundo o Sr. Marcos Duarte, a falta de objetivos pessoais também prejudica a atuação do profissional. “Muitos profissionais não têm qualquer objetivo ou metas. Entram na Faculdade apenas para concluir um curso superior [...] eles olham muito para fora, para as exigências do mercado, e pouco para si mesmos, seus objetivos e metas”.

A falta de comprometimento, a inabilidade com a escrita e os comportamentos inadequados também foram citados como deficiências muito recorrentes entre os profissionais. Ademais, os gestores reclamaram um ensino que alie eficazmente teoria e prática. Para eles, a prática profissional deve estar presente já nos primeiros momentos da formação superior, fortalecendo assim o vínculo entre os conteúdos ministrados no curso e a experiência real da atuação profissional.

Tecnólogos

Durante o Café, discutiu-se também a formação acadêmica e a inserção dos tecnólogos no mundo do trabalho. O consenso é o de que os cursos tecnológicos não podem reproduzir a dissociação entre teoria e prática, que, segundo os presentes, observa-se nas graduações acadêmicas tradicionais. As graduações de tecnologia seriam assim o espaço próprio de promoção dessa integração, por isso, a prática profissional é, para essa modalidade de educação, componente curricular incontornável.

Os presentes reconheceram o corrente processo de consolidação dos tecnólogos no mundo do trabalho. Para o presidente do Conselho Regional de Administração, Sr. Carlos Alberto Ferreira Júnior, a formação tecnológica responde a uma demanda do mercado profissional, por isso mesmo a atuação dos tecnólogos deve ser reconhecida e regulada, a exemplo do que fez recentemente o Conselho Federal de Administração.

Imprimir este post Imprimir este post
19nov/091

Tecnólogos de GC, RH e Marketing agora podem ter registro nos Conselhos Regionais de Administração (CRAs)

Os egressos dos cursos tecnológicos de Gestão Comercial, Recursos Humanos, Marketing e demais cursos correlatos à área de Administração agora podem se registrar nos Conselhos Regionais de Administração (CRAs). O Conselho Federal de Administração (CFA) publicou, na edição de 13 de novembro último do Diário Oficial da União, as Resoluções Normativas nº 373 e 374, que aprovam o registro dos tecnólogos nos CRAs.

Segundo Roberto Carvalho Cardoso, administrador e presidente do CFA, o registro dos tecnólogos atende a uma demanda do Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, para incentivar a consolidação e expansão da educação profissional e tecnológica no país, o que certamente contribuirá para o seu desenvolvimento econômico.

Entendendo melhor o Sistema CFA/CRA

O Conselho Federal de Administração e os Conselhos Regionais de Administração foram criados pela lei 4.769, de 9 de setembro de 1965, que trata do exercício da profissão do Administrador. De acordo com essa lei, o CFA é responsável pela regulamentação e fiscalização da atuação dos profissionais ligados à área da Administração. Exerce suas atribuições orientando e disciplinando o exercício da profissão de Administrador, formulando as diretrizes para o trabalho dos CRAs e julgando em última instância as penalidades impostas pelos CRAs. O CFA também é o responsável pela elaboração do Código de Ética do Administrador.

Os CRAs, por sua vez, são responsáveis pelo registro e expedição das carteiras dos profissionais, fiscalização do exercício da profissão, julgamento das infrações e aplicação das penalidades devidas.

Quais os benefícios do registro?

O registro nos Conselhos Regionais de Administração garante aos tecnólogos egressos de cursos relacionados à área de Administração a regularização profissional. Com isso, os profissionais beneficiados poderão agora atuar legalmente  nas áreas de sua formação, em conformidade com o que determina a lei nº 4.769. Além disso, os tecnólogos contemplados pela decisão poderão participar dos concursos públicos para os cargos das áreas da Administração.

De forma indireta, a decisão beneficia também os demais cursos tecnológicos. Isso porque trata-se de uma conquista importante no processo de consolidação da educação profissional e tecnológica.

Como solicitar o registro?

O CFA ainda está discutindo como operacionalizará o registro dos tecnólogos. Mas os interessados já podem entrar em contato com o CRA de sua região para melhor se informarem.

Seguem os dados de contato do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal.

Horário de Funcionamento: das 9h às 17h
SAUS, Quadra 6, 2º Pav., Conj. 201, Ed. Belvedere
Brasília, DF, 70070.915
(61) 4009.3333 | presidencia@cradf.org.br | www.cradf.org.br

Para saber mais

Site Oficial do Conselho Federal de Administração

Site do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal

Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965
Dispõe do exercício da profissão do Administrador.

Código de Ética do Administrador

Resoluções 373, de 12 de novembro de 2009
Aprova o registro profissional nos Conselhos Regionais de Administração dos diplomados em curso superior de Administração.

Resoluções 374, de 12 de novembro de 2009
Aprova o registro profissional nos Conselhos Regionais de Administração dos diplomados em curso superior de Tecnologia em determinada área da Administração, oficial, oficializado ou reconhecido pelo Ministério da Educação.

Imprimir este post Imprimir este post
3nov/091

Valorize sua formação e conquiste seu diferencial

Quando falamos em formação profissional, logo nos vem à mente a idéia de preparação para atuar em uma área específica. Formação aparece, então, como sinônimo de qualificação para o trabalho. A ideia não está errada. De fato, a formação está vinculada com a preparação de bons profissionais para o mundo do trabalho. Contudo, é preciso entender melhor o que se entende por “bom profissional”.

Os diferentes contextos de trabalho têm exigido dos profissionais muito mais do que domínio de conhecimentos, capacitação técnica e adaptação a um posto de trabalho com rotinas específicas. O fato de o profissional deter as capacidades funcionais necessárias para executar determinada atividade não lhe garante, nos dias atuais, um emprego.

Para além da competência técnica que se ancora no conhecimento científico, as empresas e os empregadores valorizam a flexibilidade dos trabalhadores para lidar com as mudanças do processo produtivo, a possibilidade de serem transferidos de função dentro da empresa e a capacidade de enfrentarem imprevistos. Neste novo cenário, o diploma não significa necessariamente uma garantia de emprego. A empregabilidade está relacionada à qualificação pessoal, à associação das competências técnicas à capacidade de decisão, de adaptação a novas situações, de comunicação oral e escrita, de trabalho em equipe, de liderança, de postura ética.

O bom profissional precisa ter habilidade de intervir de forma crítica e criativa diante de situações não previstas e que exigem soluções rápidas e originais. Deve ter iniciativas, tomar decisões, fazer negociações e escolhas, assumir riscos, reagir prontamente frente ao inesperado, resolver conflitos, inovar no dia-a-dia e assumir responsabilidades.

Entender o que significa ser um “bom profissional” é fundamental, pois serve como referencial para avaliar nossas ações, posturas e escolhas. Mas, ainda assim, não é suficiente. Para que sejamos bons profissionais, temos que enfrentar o desafio de descobrir o que é preciso fazer, estudar e aprender. É ao longo da formação acadêmica e da realização de seu curso superior que você pode e deve exercitar as características que hoje distinguem um bom profissional.

Não espere estar diante de uma situação inusitada em seu trabalho para desenvolver as competências esperadas de um bom profissional; exercite-as ao longo de sua formação. Aproveite as diferentes situações vivenciadas na faculdade para experimentar e desenvolver sua liderança, postura ética, resolução de conflitos, superação de imprevistos, entre outros.

Lembre-se sempre que esse é um processo de construção e, portanto, é preciso esforço diário e contínuo. Ninguém se torna um bom profissional da noite para o dia. É necessário investimento intencional de sua parte para que você conquiste um diferencial e se destaque em relação aos demais concorrentes.

Bom trabalho!

Imprimir este post Imprimir este post