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13jul/100

Web 3.0: conteúdos sob medida

Depois do badalado movimento da Web 2.0, o mundo começa a dar um passo a frente. E com isso, a Web 3.0 é o próximo degrau a ser escalado.

Ok, ok. É um pouco confuso entender esses conceitos de Web 1.0, 2.0 e 3.0 se a internet permanece a mesma. Será mesmo? Começaremos a analisar detalhes de imensa importância que talvez passassem despercebidos aos nossos olhos, mas que promoveram a revolução na Web.

A Web 1.0, que prosperou em meados dos anos 90, garantiu o nascimento  dos grandes portais e o início da popularização da Web. Os dados eram estáticos e as atualizações não aconteciam em tempo real.  Ou seja, você recebia as informações  que os programadores julgavam importante. As pessoas simplesmente engoliam aquilo que era disponibilizado, sem a menor possibilidade de contestar, dialogar ou até mesmo de criar seu conteúdo pessoal .

Em 2004,  a empresa O’Reilly Media traz ao mundo, pela primeira vez, o conceito de Web 2.0, onde retratam uma postura colaborativa do internauta na rede.  O boom da Wikipedia, dos blogs e das redes sociais mostram bem a necessidade de compartilhar e de integrar. As pessoas descobrem que possuem voz na rede.

E a Web 3.0? As mudanças propostas começam por uma melhor interação entre o homem e a máquina. Ou seja, em um futuro próximo, já será possível a construção de um perfil dos usuários de uma maneira tão complexa, que as informações no momento da busca terão relevância ou não, de acordo com as características pessoais dos seus usuários.

As revoluções maiores estão acontecendo nas linguagens de marcação, que precisam dar detalhes maiores das informações contidas nas suas páginas e contribuir para uma melhor individualização do seu conteúdo.

A palavra de ordem da Web 3.0 para nós, meros usuários, será: personalização. Ou você acha que ainda é invisível para rede mundial de computadores? Eles sabem muito de nós e vão usar isso ao nosso favor.

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30abr/100

Turbinando sua pesquisa!

Por Yaciara Mendes Duarte

A pesquisa no meio acadêmico é fundamental para o desenvolvimento intelectual do universitário. É por meio da investigação científica que entramos em contato com diferentes pontos de vista, novos conceitos e o atual estado da arte de uma área. Para se fazer uma boa pesquisa, é preciso pensar em alguns pontos, que serão tratados particularmente a seguir.

Fontes de informação

A internet nos oferece uma série de opções de textos, mas é importante também utilizar outras fontes de pesquisa: livros, teses, artigos científicos, bases de dados, entre outros. Quanto mais fontes forem utilizadas, mais confiabilidade seu trabalho terá na comunidade acadêmica.

Autoria

Evite utilizar materiais que não tenham informações sobre os seus autores, já que não se sabe a veracidade ou a qualidade do texto disponibilizado. Procure sempre basear sua investigação em autores renomados e especialistas no assunto. Também vale a pena consultar textos publicados por instituições importantes.

Temporalidade

Achou um livro ou um artigo legal de 1930?  Cuidado! Alguns conceitos podem estar ultrapassados. Leia outras fontes para saber realmente se o documento ainda é valido e pertinente para sua necessidade!

Wikipédia

Esta famosa enciclopédia on-line tem uma enorme rede colaborativa de pesquisadores. Contudo, use-a para esclarecimento de conceitos que ainda ficaram obscuros durante a pesquisa, mas não como única fonte, já que nem sempre são especialistas que constroem o texto disponibilizado.

Como achar bons artigos científicos?

Na rede, temos diversas bases de dados que possuem muitos artigos interessantes e atuais sobre diversas áreas. A Scielo (www.scielo.br)  é uma base de dados brasileira que contém artigos atuais de inúmeras áreas do conhecimento. Se estiver procurando informações seguras, dê uma passadinha por lá.

O Google Acadêmico também é uma ótima alternativa para universitários que buscam informações com credibilidade.  Ele oferece além de artigos científicos, alguns documentos como dissertações, teses e livros.

Dúvidas com citações ou referências?

O Mecanismo Online para referências (More), desenvolvido pelos bibliotecários da Universidade de Santa Catarina, pode ajudá-lo a montar sua referência bibliográfica de acordo com as normas da ABNT e auxilia na utilização das citações de autores durante a construção do texto acadêmico.

Para saber mais

CARVALHO, Maria Cecília Marigone de. Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 19. ed. Campinas, SP: Papirus, 2008. 175 p.

Se, depois destas dicas, restou alguma dúvida para realizar a sua pesquisa acadêmica, procure a Biblioteca, que possui profissionais capacitados para orientá-lo. Bom trabalho!

Publicado originalmente no Boletim Fac Senac Informa, Ano 4, Nº 2

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